Opinião – Arquitetura Ecológica

A Bioarquitetura é o termo atualmente usado para designar as construções ecológicas, o design e a tecnologia para uma arquitetura sustentável. O continente europeu, especialmente Alemanha e Holanda, são os hot spot da arquitetura ecológica. Onde já é legitimado o conceito e a aplicação regulamentada das bioconstruções. Não é moda, ainda não é lei. Mas é usualmente consumível, tanto pelos empreendimentos imobiliários de companhias de engenharia, como pelo cidadão comum.

Desde 1974, quando se doutorou pela Universidade de Kassel, Alemanha, o professor, engenheiro e arquiteto Gernot Minke, coordena o Laboratório de Pesquisa para Construções Experimentais. Entre os mais de 30 projetos desenvolvidos nas áreas de construções ecológicas, construções de baixo custo e de baixo consumo de energia, destacam-se os projetos de construção com terra, blocos de palha e cobertura vegetal de telhados (telhados verdes). Siga esse exemplo.

É na internet que se encontra vasta informação e instrução sobre arquitetura sustentável. Cada país têm seu resíduo específico para ser reaproveitado. Serve o bom exemplo de Minke. Institutos e ONGs pelo mundo todo abraçam a consciência da necessidade de divulgação da causa. Creio que seja função do jornalismo propagar a idéia e deliberadamente divulgar os organismos que atuam neste bloco de educação ecológica.

É necessidade pública e obrigação ética do cidadão estar informado de toda abrangência de ação pró meio ambiente. O jornalismo público, as faculdades de arquitetura e engenharia, bem como a engenharia de produção e mecânica, as empresas e indústrias, devem reciclar os métodos e materiais de produção. A atualização passa não só pela sala de aula. Deve ser midiatizada, circulada e consumida. A bioarquitetura depende da informação. Produzir, conservar e reciclar as moradias é o futuro do conforto ambiental e espiritual para o homem.

Luana Schreiner

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